Seu braço direito, todo dia de manhã.
O Hércules olha sua operação inteira enquanto você cuida dos pets — e te conta em segundos o que precisa da sua atenção. Sem você pedir.

A abertura do dia
Ele já olhou tudo antes de você chegar.
Enquanto você abre a loja, ele varreu agenda, caixa, contas, estoque e clientes. O que sobra é uma frase e uma lista curta.
“Dei uma olhada em tudo por aqui. Separei quatro coisas que precisam de você.”
E quando não há nada: “nada pendente agora — caixa, agenda e pets em dia. Sigo de olho.” Ele não inventa pendência para justificar a existência dele.
O que ele separa
Seis coisas somem quando ninguém olha.
Cada uma tem gatilho definido e botão que abre a tela onde ela se resolve. Nas três de dinheiro, o valor vem junto.
Agendamento sem confirmação
Hoje e amanhã, quem ainda não confirmou o horário.
Abre a agenda já filtrada nos não confirmados
Produto abaixo do mínimo
Estoque no limite que você definiu, ou zerado.
Abre a reposição, agrupada por fornecedor
Conta vencida
Passou do vencimento e continua em aberto.
Abre as contas a pagar, com o total já vencido
Conta vencendo em sete dias
O que sai do caixa nesta semana.
Abre as contas a pagar, com o total do período
Produto vencendo em trinta dias
A validade cadastrada chegando ao fim.
Abre a lista de produtos para girar ou dar baixa
Comanda vencida
Aberta e passou do prazo, com o valor parado nela.
Abre as comandas em aberto para fechar
A fila de recuperação
Ele diz quem vale chamar hoje — e por quê.
Cliente que some raramente avisa. Cada tutor tem um ritmo próprio de aparecer, e o Hércules aprende o de cada um sozinho, do histórico da sua loja.
Não é o mesmo prazo para todos
Ele tira a mediana dos intervalos entre as visitas — venda ou atendimento fechado, tanto faz. Mediana e não média, porque uma viagem de um mês no meio do histórico transformaria para sempre um cliente quinzenal em mensal. Quem vem a cada quinze dias e está há vinte e cinco preocupa; quem vem a cada noventa e está há vinte e cinco está em dia.
A ordem é medida, não é palpite
A fila não começa por quem sumiu faz mais tempo, e sim por dinheiro na mesa × chance de voltar. A chance saiu de uma amostra de 2.938 tutores em cinco lojas: 63,7% de quem acabou de estourar o próprio ritmo voltou sozinho, contra 11,1% de quem está dez vezes atrasado. Quem acabou de atrasar volta quase seis vezes mais — por isso ele não te manda ligar primeiro para o caso mais perdido.
Quantos voltam sozinhos, por quanto passaram do próprio ritmo — a amostra que ordena a fila.
A rodada do dia
Doze tutores, um por vez.
A lista inteira devolvida ao dono é trabalho para quem tem trinta segundos. Ele já ordenou — o que chega é um tutor por vez, com o porquê, os números, a mensagem escrita e quatro respostas.
A mensagem já vem escrita e muda conforme o caso: sem pet cadastrado ela não fala “seu pet”, com dois pets ela concorda no plural, e loja que não faz banho não oferece banho. Você confere e manda pelo seu WhatsApp — o sistema nunca fala com o tutor sozinho.
Por que cada um está ali
Cinco conversas diferentes, não uma lista só.
O motivo vem escrito, porque a ligação para quem tem banho pago parado não é a mesma de quem sumiu faz meses.
Saiu sem remarcar
Veio nos últimos dias e foi embora sem deixar o próximo marcado. Ainda está dentro do ritmo — é a ligação mais fácil da lista.
Pacote parado
Comprou um pacote e ainda tem banho pago para usar, mas parou de aparecer. O dinheiro já entrou; falta o pet vir.
Faltou e não remarcou
Tinha horário marcado, não apareceu e até agora não remarcou.
Passou da hora
Passou do tempo que costuma levar para voltar, mas ainda está perto dele.
Sumiu faz tempo
Está há mais de três vezes o tempo de sempre sem aparecer. Quanto mais demora, mais difícil.
Quem ele nunca sugere
Cliente inativo. Tutor sem nenhum pet vivo. Pet falecido, inclusive quando o óbito só está registrado no nome. Quem já tem horário marcado, quem você chamou há pouco, e quem pediu para não ser mais chamado.
O placar não finge
O percentual de retorno só aparece depois de vinte contatos com o prazo de trinta dias vencido — antes disso ele diz em qual “ainda não” está. O quanto esses tutores já gastaram é observado, não projetado. E a atribuição conta só venda: um banho recuperado que saiu de pacote já pago aparece como R$ 0.
Loja nova, ele admite
Com menos de dez tutores lidos, uma fila vazia não quer dizer que está todo mundo em dia — quer dizer que ele ainda não conhece a sua loja. É isso que ele escreve, em vez de fingir confiança.
No topo de cada relatório
Ele lê o relatório por você e diz o que mudou.
Em sete relatórios, uma linha antes dos números — escrita a partir de regra, não de impressão. É por isso que ele consegue sempre mostrar a conta.
- O desconto passou de 8% do que você faturou — e ele diz quanto foi.
- O produto que mais vende está rendendo menos de 15% de margem.
- A receita de um produto saiu ao dobro do preço vezes a quantidade: provável acréscimo digitado errado.
- Um profissional concentrou mais de 60% dos atendimentos do período.
- Um atendimento foi finalizado sem nenhuma cobrança.
- As despesas subiram mais de 10% contra o período anterior.
E quando não há nada de estranho, a leitura diz isso: suas vendas seguem no ritmo.
Na hora de comprar
Onde o erro custa caro, ele confere antes.
Compra e nota são os dois lugares onde um dígito errado vira problema semanas depois.
Quanto repor, e de quem
Os itens no limite saem agrupados por fornecedor, cada um já com a quantidade sugerida — o mínimo menos o que sobrou. Você ajusta, exporta em CSV ou manda por e-mail com o pedido formatado.
A conferência da nota, antes de importar
Ele aponta produto entrando sem margem, produto novo sem código de barras que pode virar duplicata, e custo que não bate nem com o custo real da nota nem com o preço de tabela.
O NCM, com a fonte junto
Na hora de emitir, ele sugere a classificação fiscal a partir do código de barras e diz de onde tirou: do cadastro oficial da SEFAZ, ou de outra loja que usa o mesmo código nesse mesmo produto. Se já estiver preenchido, ele não sobrescreve — só avisa quando discorda.
O jeito dele
Um braço direito — não um robô.
Sempre mostra a conta
Nada de “confie em mim”. Cada aviso carrega o número que o gerou e a regra que o disparou, porque ele não chuta: tudo que ele diz sai de uma conta sobre os seus próprios dados.
Propõe, não manda
Ele sugere o próximo passo e abre a tela que resolve. Quem decide, e quem aperta o botão, é você — inclusive no fiscal, onde ele nunca decide sozinho.
Cala a boca quando não tem o que dizer
Quando não há pendência, ele diz que não há: “nada pendente agora — caixa, agenda e pets em dia”. Assistente que inventa alerta todo dia vira barulho, e barulho a gente aprende a ignorar.
Onde ele ainda não chega
O que o Hércules não faz.
Você vai descobrir na primeira semana de qualquer jeito. Melhor saber agora.
- Não dispara o convite que ele escreve: ele monta, você confere e você manda.
- Não prevê quando o tutor vai precisar comprar ração de novo — o ritmo que ele aprende é de visita, não de consumo.
- Não sugere preço de venda a partir do custo — quem decide a margem é você.
Próximo capítulo
O Hércules está chegando ao WhatsApp.
Hoje ele trabalha dentro do sistema, e os avisos de rotina já saem pelo WhatsApp da loja. Em breve é ele quem escreve o recado — para aquele tutor, para você conferir e enviar.
Mensagens escritas para aquele tutor
Montadas a partir do histórico do cliente, do pet e do que foi feito na última visita — para você conferir e enviar.
O aviso antes do pacote acabar
Quando faltam as últimas sessões, o tutor recebe o convite para renovar antes de sentir falta.
Pós-consulta clínica
Retorno, cuidado pós-cirúrgico e renovação de vacina, com a confirmação do tutor.
Seja o primeiro a usar o Hércules no WhatsApp
Deixa seu WhatsApp que a gente te chama assim que liberar.
Demonstração
Prefere ver funcionando antes de criar conta?
Deixa seu WhatsApp que a gente te mostra o sistema rodando com a rotina do seu negócio.